31 maio, 2007
30 maio, 2007
De sonhos e cerejas...
Que bom, que bom, que bom!!!
Ter surpresas destas a entrarem-nos pela casa com o aviso da campaínha, numa caixinha vermelha, a amparar magia. Abrir e ter cerejas, sonhos, cores, vitaminas ;) e palavras a tocarem, a preencherem, mais uma vez, sempre como se fosse a primeira e única.
Saudades*saudades*saudades*saudades.
Dos risos e dos saltinhos, das partilhas, dos passeios com o rio ao lado, das viagens pela estrada fora, dos martinis ao fim do dia, das surpresas, dos mimos. Dos dias que ganham côr e contornos só porque os partilhamos.
Doce doce doce
*Gata garota doce de leite brigadeiro jaca quindim caipirinha caipirosca água de côco mousse de manga morangosca tarte de maracujá*
Doce doce doce
Não há NADA tão doce como tu

Minha querida que honra ter o direito de receber pelo correio as tuas primeiras palavras em conto, mágico, delicioso, palavras atrás de palavras como as cerejas.
Maio na Península, umas mais a ocidente, outras com os pés no Mediterrâneo. Mas ligadas por muitos sorrisos. E por beijos, que daqui te envio...
Que bom... ser assim abraçada mesmo à distância. Vontade de vocês.
Até já...
*Angela...até lá dás muitos mimos por mim ao peixinho do mar? Muitos? Muuuuuuitos?*
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Me niego a vivir en un mundo ordinario como una mujer ordinaria. A establecer relaciones ordinarias. Necesito el éxtasis. Soy una neurótica, en el sentido de que vivo en mi mundo. No me adaptaré al mundo. Me adapto a mí misma
Anais Nin
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28 maio, 2007
27 maio, 2007
26 maio, 2007
20 maio, 2007
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17 maio, 2007
15 maio, 2007
Conversas no msn com a mãe
#1
- que história é essa de só vires em Outubro?
#2
Já num monólogo, com a seguinte sequência:
- o que é que vais comer?
- os guapos aí são giros?
- ainda não encontraram ninguém que vos tire da terra e vos leve ao céu?
- então não dizes nada?
(rir! rir muito... muito muito!)
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- E qual é a tua praça (da Grácia) preferida?
- mmmm...
E é isto! Agora andamos a votos! E as preferidas são:

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14 maio, 2007
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Leituras da semana...
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13 maio, 2007
1, 2, 3...
Vamos lá ginasticar!
Ter um ginásio a 50 metros de casa é muuuuito bom!
(Andar uma semana cheia de dores musculares não é assim tão bom mas a fase crítica já foi ultrapassada!)
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porque pertenço à raça daqueles que mergulham de olhos abertos
e reconhecem o abismo pedra a pedra anemona a anemona flor a flor
porque pertenço à raça daqueles que percorrem o labirinto,
sem jamais perderem o fio de linho da palavra
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A música do momento...
Love and communication you were here for me
At this very moment 'cause I found you on the phone
You called me
And you were not hunting me
Learning more and more about less and less and less
On the edge of your seat in some dark movie
Can you memorize the scenes
They'll be different next week
Can you tell me can you tell can you tell
If there's something better
'Cause you know there always is
There always is
Drawn to the party like a spider filling up your guts
Don't hate the night with what you shouldn't have
Come along for the ride you just know you should
You just know you should
Can you tell can you tell can you tell
If there's something better
'Cause you know there always is
There always is
Hated to see you sad when I left
There's no good in that but the good part was
That I came out at all 'cause I don't venture out
Into the lives of the new
Lyrics
I want you to come along for the ride
How long will you stay for your whole life
You just know you should
Can you tell me can you tell me can you tell
if there's something better
'Cause you know there always is
There always is
Love and communication you were here for me
At this very moment 'cause I found you on the phone
You called me
And you were not hunting me.
Cat Power
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10 maio, 2007
Tarde de praia
E cheiro a verão espalhado no corpo.
Tão bom...
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09 maio, 2007
Cheguei a Berlim num dia 2 de Julho. Deixarei Berlim num dia 2 de Julho. Foi o acaso de que precisava para sentir o meu regresso de uma forma natural, sem o peso do que vou deixar para trás, sem o peso do que tenho medo de encontrar quando regressar a Portugal.
Saí de Portugal há 4 anos movida por algumas das razões de muitos “graduados”, o desânimo e horizontes demasiado curtos, não para ganhar mais dinheiro, mas apenas para conseguir subir mais alto nas minhas vivências, na minha experiência profissional também, na minha visão do mundo, para alcançar um tipo de liberdade que não é só o poder fazer o que me apetecer sem ter os paizinhos a chatear. Berlim foi o sítio ideal para isto tudo (será sempre).
Apaixonei-me por Berlim antes de saber que vinha para cá e a paixão mantem-se acesa depois de todos estes anos. Depois de um semestre de Erasmus, senti que não conseguiria ficar muito tempo longe e 11 meses depois já cá estava. Para ficar, dizia eu. Mas o que eu não sabia era que em Berlim não se fica, vai-se ficando, um modo de “ir andando” mais germanizado. Berlim é um lugar de passagem, onde as pessoas chegam e partem, onde se muda de casa de dois em dois anos, senão em menos tempo, onde se pode ouvir o mundo nas ruas, pessoas a falarem muitas línguas, uma Babel dos tempos modernos sem a ganância dos tempos bíblicos.
Devido a ter estudado alemão, não tive qualquer problema com a língua e consegui logo um trabalho, depois outro, a seguir outro, às tantas muitos ao mesmo tempo, mas sem o stress das horas de ponta nem da procura frustrada de um lugar para estacionar o carro ao pé do Bairro Alto. Aqui não tenho carro, aqui não tenho televisão. Quando se mora em Berlim nada disto é preciso. Berlim é tanta coisa que não dá para explicar. Berlim não se explica, pronto.
Quando disse que queria voltar para Portugal ninguém acreditou em mim (mas também ninguém acreditou em mim quando disse que vinha para Berlim). Depois da surpresa inicial, chamaram-me parva, louca, disseram-me “isto está tão mau”. Se calhar está. Pois está. Mas também não se explicam as saudades. “Para sempre?”, perguntam-me os que cá ficam (ou vão ficando). Que horror, para sempre, não. Para sempre é muito tempo. Digo na brincadeira que de Julho a quatro anos irei para outro sítio, exactamente no dia 2, que mudarei de sítio de quatro em quatro anos (vou e volto). Assim como os anos bissextos. Acho que é uma ideia agradável, mas a verdade é que não penso muito nisso. Agora quero viver na minha língua outra vez.
(Se valeu a pena? Mas claro que sim! Vale por cada dia que passa.)
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04 maio, 2007
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Um mês por aqui...
Passeios até o sol cair, chuva e frio a fazer lembrar o Porto, sol em força com direito a estrear a praia, exposições, feiras cheias de tentações, festas em terraças, correria para arranjar casa, Sidecar, Macarena, Pastis, Champanharia com cavas e chopitos light, noites de jazz no Jamboree, Encontro de Teatro Social, Saint Jordi, Be cool, coladela total em Prision Break (Scolfield, mmm...), mostra de curtas, boliwood party, Tibidabo, brindes!, vegetarianice, lentilhas e alcachofras, claras na praça ao fim da tarde, cafés cortados com espuminha em cima, bocadilhos chapatas e baguetes, comidinhas portuguesas para sossegar as saudades ao estômago Cocorosie no Apolo, festas de aniversário, as primeiras visitas, sensação de ter chegado ao sítio certo...
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29 abril, 2007
Somalia, no CCCB
Una exposición de Medicos sin Fronteras
“¿Basta conjugar el olvido para que la muerte la muerte deje de tener efecto? El olvido no es ninguna metáfora. Sus efectos son devastadores. Pero, además, olvido implica desdén, desconocimiento, miedo".
"El somalí es un pueblo orgulloso que asume con estoicismo que sorprende su propia desgracia”.
Alfonso Armada
Subitamente (ou talvez nem tanto assim...) cresceram em mim ânsias antigas...
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Tsotsi

Tão difícil deixarmos render as armas que a vida nos obrigou a usar...
Tão raro acontecer algo que consiga quebrar essas barreiras e deixar crescer dentro de nós coisas que não sabiamos sequer existirem...
Tão precioso quando isso acontece...
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23 abril, 2007
Saint Jordi
Cuenta la leyenda que en épocas remotas, una población catalana vivía atormentada por un violento dragón. La pequeña comunidad decidió acabar con el temible monstruo que acechaba constantemente a los habitantes del lugar. Cada uno de sus habitantes debía enfrentarse a la bestia infernal y luchar para acabar con su vida. Los numerosos intentos fueron sucediéndose sin éxito hasta que le llegó el turno a la hija del rey. Una caballero se ofreció a luchar con el dragón para salvar la vida de la princesa y logró además derrotarlo. Tal hazaña le valió a Sant Jordi este recuerdo anual que desde el siglo XVII se reviste con la entrega de rosas a la persona querida o amada. Para los catalanes es su día de los enamorados.
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Já tenho casa!!!!
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De jueves a domingo
...estive aqui!
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